28 de ago. de 2011

Vencendo o impossivel

Um cachorrinho, perdido na selva,
 vê um tigre correndo em sua direção.
 Pensa rápido, vê uns ossos no chão e se põe a mordê-los. 
Então, quando o tigre está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz: 
"Ah, que delícia este tigre que acabo de comer!"
 
O tigre pára bruscamente e sai apavorado correndo do cachorrinho,
 e no caminho vai pensando: Que cachorro bravo!
 Por pouco não come a mim também! 
Um macaco, que havia visto a cena, sai correndo atrás do tigre e
 conta como ele havia sido enganado.
O tigre, furioso, diz: 

"Este cachorro vai me pagar!"
O cachorrinho vê que o tigre vem atrás dele de novo
 e desta vez traz o macaco montado em suas costas. "Ah, macaco traidor! O que faço agora?",
 pensou o cachorrinho.
Em vez de sair correndo, ele ficou de costas, 
como se não estivesse vendo nada. Quando o tigre está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz: 
"Macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei
 me trazer um outro tigre e ele ainda não voltou!
Em momentos de crise, só a imaginação é mais é mais importante
 que o conhecimento 
O segredo da vida é nunca correr atrás e sempre correr na frente. 
 
A verdadeira força não esta nos músculos de alguém, mas na sua capacidade de raciocinio, fé e perseverança para vencer qualquer obstáculos da vida. 
 
faça uma visita no blog do pastor edson aguiar
  

Não foi a igreja no domingo de manhã? Por que?

1-Foi dormir tarde sábado à noite e de manhã fica muito cansada para se levantar: Fica a ver televisão até de madrugada; a conversar com conhecidos, desnecessariamente até altas horas da noite; fica preso à leitura de um livro e, principalmente, fica na Internet até tarde.
 
2 – Perde a hora: Esquece-se de acionar o despertador, acorda e volta a dormir (o famoso “vou dormir só mais 5 minutos!”) mas, quando se dá conta, já passou da hora de ir para a Igreja.
 
3 – Sente um mal-estar: Sente dores no corpo, dor de cabeça, tonturas, náuseas e tem sintomas de mal-estar geral, tudo no momento de sair de casa para ir à Igreja.
 
4 – Depois de acordada, sente um desânimo: Começa a pensar nas injustiças, problemas, desprezo por que está a passar e acaba por ficar convencida de que ir à Igreja, não compensa.
 
5 – Alguém de casa faz pouco da sua disposição: É pressionada por familiares em relação ao “porquê” de se levantar cedo e se arranjar para ir à Igreja, é ridicularizada por ter essa disposição.
 
6 – Recebe uma visita inesperada: Um parente, um amigo, um vizinho ou um conhecido chega justamente na hora de ir à Igreja.
 
7 – Sabe que vai encontrar alguém com quem teve um problema: Sabe que irá encontrar alguém que não quer ver: uma ex-namorada, ex-esposa, patrão, cliente, alguém a quem ela está a dever dinheiro ou um antigo desafeto.
 
8 – Antes de sair, recebe uma má notícia: Recebe um telefonema, chega uma correspondência, ou alguém com uma má notícia para desanimá-la completamente.
 
9 – Fica à espera de alguém: Fica à espera de alguém para ir com ela, e esse alguém acaba por faltar ao compromisso, ela acaba por faltar também por ter ficado na dependência daquela pessoa.
 
10 – Aborrece-se no carro ou nos transportes com um familiar: A caminho da Igreja, começa um desentendimento com familiares sobre um tema que não tem nada a ver com Deus.
 
11 – Perde-se no caminho: Toma a rua errada, distrai-se facilmente e logo se desmotiva. A distância de casa para a Igreja é grande, por isso chateia-se e volta para casa.
 
12 – Acontece um acidente: Acontece um acidente no caminho, por isso, fica logo intimidada e desiste de ir.
 
13 – No percurso, vê alguém da Igreja a dar um mau exemplo: Ao ver uma pessoa que participa nas Reuniões da Igreja a comportar-se de uma forma inadequada na rua, acaba por julgar, escandalizar-se e muda o seu rumo.
 

14 – Quando chega à porta, entram-lhe as dúvidas: Ao chegar à porta da Igreja, entram-lhe dúvidas se Deus irá ou não respondê-la, por isso, decide regressar.
 

15 – É maltratada por pessoas desconhecidas: No caminho, pessoas completamente desconhecidas insultam-na, ofendem-na e humilham-na sem nenhum motivo aparente.
 
16 – Sente-se acusada: Ao sentar-se sente-se sem condições de ali estar pelos muitos erros cometidos, por isso, levanta-se e vai-se embora.
 
17 – Houve mudanças de Bispo ou Pastor: Não se identifica com o novo Bispo ou Pastor, não gosta da Reunião e, por isso, acha-se no direito de não ir aos Domingos pela manhã.
 
18 – Não hoje, mas amanhã ou na semana que vem: Decide que não irá à Igreja por qualquer motivo e conforta-se com o pensamento de que ir noutro dia qualquer compensará por aquela ausência.
 
O que diremos a estes motivos, quando um deles se manifesta?
Está amarrada a força do mal que quer impedir o meu crescimento espiritual, causando isto para que eu não vá à Igreja. Sai do meu caminho agora, em nome do Senhor Jesus, porque eu estou a buscar a DEUS e com Ele andarei!


26 de ago. de 2011

Quando sou pobre


Como saber se tenho um espírito pobre? Quando me contento com o mínimo.
Vou descrever abaixo algumas características da pessoa que, mesmo pensando ser rica, está vivendo como uma mendiga.
O pobre de espírito:
Investe no que é passageiro.
Só se desenvolve quando as circunstâncias estão a seu favor.
Busca estar com uma posição “garantida”, ou ter sucesso na sociedade, para ser “respeitado” pelo que os demais veem e não pelo que é.
Quer comprar as pessoas pela sua “falsidade”.
Mendiga a aceitação das pessoas.
Depende das coisas físicas para ter apenas uma felicidade temporária.
Depende de que algum familiar “mude” para continuar com sua vida, é um verdadeiro escravo! Precisa do familiar para estabilizar a sua alegria.
Por ser dependente de algo externo, fica amarrado a isso. Não é livre.
Faz questão das coisas, por exemplo, do troco da padaria, das “miniaturas” do hotel...
Precisa do dinheiro para ser feliz. Precisa de algum humano para trazer segurança.
É ansioso, porque tem medo de perder.
Depende do elogio dos demais, porque é inseguro de si mesmo.
É mentiroso. Engana. Ilude, porque precisa viver de aparências.
Inveja os que os outros têm.
É ansioso em casar-se, mesmo que existam várias contradições quando ao caráter do outro.
Usa o sentimento como uma forma de ter sucesso (quer agradar a todos – beijinhos, presentes, falsos elogios...).
Tem que ler muito a Bíblia para que “ALGO” chame a sua atenção.
Precisa identificar-se com um título e ser respeitado pela posição que ocupa, e se ofende quando não é reconhecido com o devido tratamento que “merece” (como ser chamado de Sr., Sra., Dr. etc.).
Não aceita perder (jogo, posição), vê tudo como injustiça.
Busca uma pessoa com a mesma capacidade dela, ou mais “esperta”, para sair ganhando (não é capaz de enfrentar sozinha, o que ela sente-se incapaz de fazer).
Insiste e tenta convencer os demais acerca de suas ideias.
Esconde-se por detrás do que faz. Precisa mostrar serviço, falar, várias vezes, quão coitado ele é (trabalha muito, aguenta muita coisa dentro de casa, tem de suportar o patrão, sofre injustiça…)
Prefere quantidade a qualidade (ama as promoções, saldos etc.).
E a lista vai por aí a fora!
E você aceita continuar sendo pobre?
Minha amiga leitora, preste bastante atenção.
Para você ser rica, tem que ser primeiro dentro de você.
É isso o que faz você ser independente, não no saber tudo, mas na sua fé.
Na fé,

Viviane Freitas

pessoal não deixe de acessar o blog da D.viviane, que por sinal esta show de bola, confira  http://vivifreitas.me/blog/

24 de ago. de 2011

Por que me chamas de “bom”?


“Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Lucas 18.18)
              Este jovem pensou que poderia subornar Jesus com palavras lisonjeiras e um comportamento impecável, mas estava enganado. Na verdade, embora tivesse praticado o bem toda a sua vida, ainda havia uma coisa que faltava naquele jovem, pois ele sabia que, apesar dos seus esforços, a garantia da vida eterna ainda era um problema. Então, ele foi ter com Jesus à procura de algo que garantisse a sua salvação.
            Talvez houvesse um outro mandamento que não tivesse sido apresentado nas Escrituras ou uma coisa nova que pudesse igualar a sua condição espiritual à sua condição financeira. Mas, ele nunca esperou ouvir o que ouviu de Jesus naquele dia: “Uma coisa ainda te falta: vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me…” (Lucas 18.22).

“O quê? Ele não pode estar a falar a sério, está a pedir-me tudo o que tenho? Mas eu sou muito rico e estou habituado às coisas boas da vida! Não posso deixar tudo para trás e segui-Lo!!! Nem sei para onde Ele vai e como será a vida de uma cidade para outra. Como será o meu futuro?”
                  Estes foram, talvez, alguns dos pensamentos que devem ter passado pela cabeça do jovem rico, quando escutou o pedido ousado de Jesus. Ele, então, baixou a cabeça, cheio de tristeza e vergonha. Foi muito duro, e, no seu caso, seria quase impossível abrir mão das suas riquezas.
                É importante que você entenda que Deus não é contra a riqueza, por si só. Jesus pediu a este jovem as suas riquezas, em particular, porque sabia o quanto ele as prezava. Este jovem não amava ou confiava em Jesus o suficiente para pôr a sua vida nas mãos d’Ele. Era fácil quando se tratava de cumprir as tradições, mas, na realidade, ele tinha uma fé apenas de aparência. É preciso fé e entrega total para seguir Jesus e, portanto, herdar a vida eterna.

Talvez você não seja rico como este jovem, mas tenha igualmente algo que ocupa espaço precioso na sua vida, que deveria pertencer a Deus. Pode ser a sua família, um estilo de vida, um vício, rancor, a maneira errada de viver… O que é que Jesus lhe tem exigido, mas que você não consegue deixar?
 
Compare a sua expectativa de vida na Terra com a vida Eterna. Compare o que você tem aqui, na Terra, com o que Deus prometeu na Sua Palavra. Por isso, ainda que venha a perder tudo, se você não é capaz de render-se e segui-Lo, de nada adianta chamá-lo de “bom”. Todavia, lembre-se que Ele promete, no versículo 30: “… Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou mulher, ou irmãos, ou pais, ou filhos, por causa do reino de Deus, que não receba, no presente, muitas vezes mais e, no mundo por vir, a vida eterna.”                                                                                                                                        

10 Sinais de que você deixará de ser obreiro(a)

Em muito sites de obreiros e pastores da IURD, ja tem esse reflexão de 10 sintomas, mas vou postar aqui para refrescar a nossa memoria.


1.Deixou de exercer e de ministrar a sua autoridade.

2.Deixou de buscar para si, tem vindo a sentir um esfriamento progressivo na Busca pelo Espírito Santo e tornou-se indiferente nas reuniões.

3.Tem vindo a desenvolver um olhar malicioso.

4.Concluiu que não é mais necessário participar nos propósitos de Fé.

5.Sente que o seu “chamamento” não é mais a sua prioridade.  Todas as outras coisas são sempre mais importantes.

6.Uma relação sentimental com um incrédulo deixou de significar um perigo para a sua vida espiritual.

7.Uma exortação, correcção ou disciplina deixaram de ser admissíveis para si. Alimentar rancores, mágoas ou sentimentos deste género passou a ser algo natural.

8.A sua posição e representação como obreiro são usadas para proveito próprio perante os membros.

9.Acha-se no direito de impor a sua autoridade e de exigir um tratamento diferenciado por conta do tempo de Igreja.

10.Passou a desenvolver amizades com pessoas que, abertamente, ridicularizam a Palavra de Deus e demonstra indiferença aos opositores da fé.  Uma coisa é ter o contato, outra é fazer amizade.

23 de ago. de 2011

Por que você quer o Espírito Santo?

                    Devemos nos fazer essa pergunta e responde-la com toda sinceridade no íntimo do nosso coração.
Estamos na reta final do Jejum de Daniel pelo derramamento do Espírito Santo. É ou não é o momento ideal para fazermos essa reflexão. Não só os que estão buscando o batismo, mas todos os que buscamos uma renovação.
                   Porque o Espírito Santo não habita no homem para dar-lhe prosperidade, ou para dar-lhe um status. Ele não nos reveste para que os outros na igreja nos olhem e digam: Uau, como é espiritual! (até rimou, ehehehe).
                  Você quer o Espírito Santo porque deseja ser obreiro (a)? Porque quer fazer a obra de Deus? Ganhar almas? Porque deseja o Altar? Porque quer constituir uma família abençoada? Casar, ter filhos e condições espirituais de manter esse casamento?
                  Tudo isso é muito bom! Mas nada disso pode ser o principal motivo pelo qual desejamos ter o Espírito Santo em nós. Um dos motivos? Ok…pode ser. Afinal, quem não deseja coisas boas para si mesmo? Se dissermos que não almejamos isso estaremos mentindo. E Deus sabe de todas as coisas.                
                 Podemos desejar essas coisas, mas nenhuma delas pode ser o motivo principal de nossa busca pelo Espírito de Deus!
O Espírito Santo é uma necessidade! Todo aquele que verdadeiramente se converteu o deseja e, mais do que isso, precisa d’Ele.
                A gente precisa de Deus, pessoal. Precisamos desesperadamente da presença d’Ele em nossas vidas. E o que é o batismo com o Espírito Santo senão Deus em espírito dentro de nós?
Se quando se fizer a pergunta que sugeri no título do texto, sua resposta sincera for: “Eu quero o Espírito Santo porque PRECISO d’Ele, porque não sou nada sem Ele e dependo disso pra viver e ser feliz.” …  Aí sim estarás no caminho certo.
               Nada somos sem Jesus, nada podemos fazer sem Ele (João 15:5) Nada tem graça sem o Espírito Santo em nós. Não conseguiremos resistir as tentações, as ciladas do diabo e todas as lutas que a vida se nos apresenta ao longo da caminhada rumo a salvação se o Espírito de Deus não estiver em nós.
              Portanto, busquemos sem ansiedade, sem pensar no ontem, no amanhã, mas no agora. No nosso hoje, no nosso momento presente com o Espírito Santo. Tendo consciência de que a cada segundo preciso d’Ele e que não me importa o que os outros ao meu redor fazem ou pensam de mim : Eu quero é Deus!


achei esse artigo interessante, retirei do blog cristão da universal

22 de ago. de 2011

Uma dica para ter o Espirito Santo

               Terminou o proposito do jejum de Daniel,  mas não recebi o Espirito Santo. O que fazer?
               Continue o proposito, agora começa a luta de quem quer mesmo, e você pode ter certeza que ele vai descer na sua vida, e busque, mas esse buscar não é somente uma simples oração, mas uma entrega.
  • ·         Esqueça-se do relógio quando você for buscar;
  • ·         Busque pela madrugada;
  • ·         Não se canse;
  • ·         Esteja firme do seu desejo de Tê-lo;
 Deus ele honra, aquele cujo proposito é firme (Isaías 26.3), não se esqueça.
Coloque toda força no seu proposito, o que você vai receber não é qualquer espirito é o Espirito do Deus Vivo, chore aos pés do Senhor Jesus, não desanime.

"Lembro que quando comecei a busca-ló tinha hora que parecia que minha oração não passava nem do teto da minha casa. Mas lembrei desse versículo de Isaías 26.3 que o pastor tinha falado em uma reunião de segunda-feira, e guardei  dentro de mim, e quanto mais parecia que Deus não ouvia minha oração, mais eu orava com o pensamento firme nesse versículo. E em uma reunião de quarta-feira, eu tive minha experiência com Deus, algo único e inexplicável."

Será que você vai desistir de ter o Espirito Santo?  Você que tem, vai se esfriar? Casar é fácil, o difícil é manter o casamento. 

Se mantenha acesso.

Por que ainda não recebi o Espírito Santo?

Porque ainda não se entregou 100%.
Ou você acha que o Justo Juiz é injusto para com você?
Ele prometeu:
“Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber…” João 14.16-17
Ele já rogou por você e garantiu que o Pai O dará.
Mas o que falta para se cumprir Essa Promessa na sua vida? Seria seu casamento com o mundo?
Mas você já se divorciou do mundo e se casou com Jesus.
Não é mesmo?
Por conta disso, você tem direitos adquiridos pela fé no Senhor.
Então, coloque todas as suas forças na busca e tome posse dos seus direitos nas promessas do seu Senhor.
Será que o Deus-Pai negaria um pedido do Deus-Filho?
Eu duvido.

retirado do blog do bispo macedo





17 de ago. de 2011

Aqueles que são contra o aborto

A DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Franca (SP) indiciou o pastor Daniel Paulino de Souza (foto), 32, sob a acusação de ter abusado sexualmente de pelo menos oito fiéis adolescentes da Igreja Assembleia de Deus.

Ele foi denunciado ao Conselho Tutelar da cidade por mães das vítimas. Franca tem 320 mil habitantes e fica a 416 km de São Paulo.

A polícia está apurando se o abuso contou com a conivência da mulher do pastor, porque era ela que chamava as adolescentes de 13 a 16 anos para cuidar em sua casa dos filhos pequenos do casal. Era quando Souza se aproveitava das meninas.

Souza também atacava dentro da igreja, de acordo com relato das meninas. Uma delas contou que foi trancada pelo pastor em uma sala para força-la a tirar a roupa. Ela conseguiu fugir.

A explicação que o pastor deu à polícia foi de que precisava examinar a menina para saber se estava grávida do namorado.  Disse para a delegada Graciela de Lourdes David Ambrósio que “tem conhecimentos médicos”. Não convenceu.

O pastor foi indiciado na quinta-feira (17), após prestar depoimento à polícia. Afirmou ser inocente. “Deus irá trazer à tona a verdade.”


Ele não conseguiu convencer sequer os responsáveis pela Assembleia de Deus da cidade, que o afastou de suas atividades.


A vergonha por dentras do púlpito!! São pessoas que criticam a Igreja Universal, e principalmente ao seu líder Bispo Macedo que é a favor ao aborto no caso de estupro, abusos sexuais, gravidez que coloca a vida da mãe em risco ou quando o feto ira nascer sem vida, e muitos que se dizem cristão condenam essa posição.
 Imagina se esse pastor assembleiano engravidasse essa menina, como seria a vida dessa criança? Seria uma concpção de Deus?

Testemunho. D.Barbara -"EU COMI LIXO E BEBI ÁGUA DO VASO SANITÁRIO"

Muitas das milhões de pessoas que acompanharam o programa da IURD TV apresentado pelo bispo Edir Macedo, desta segunda-feira (15), não puderam conter as lágrimas diante do forte depoimento de Bárbara Oliveira.

A esposa do pastor Claudio Oliveira, falou como conheceu a Deus e qual era a sua situação antes da conversão. Aos 13 anos, quando vivia em um lar destruído, a mãe era traficante e usuária de drogas. Com medo de perder a genitora, ela trancava a própria mãe em casa a fim de protegê-la. “Ela era viciada em cocaína, bebia bastante e durante seis meses a cada ano se tornava lésbica. Eu presenciei tudo isso e nunca conheci o meu pai. Éramos somente ela, minha irmã e eu”, conta.

Tragédia

Mas todo o esforço da filha não foi capaz de salvá-la da morte. Um ano depois, a mãe foi assassinada por traficantes. “A morte dela foi brutal. Eles a molestaram sexualmente, estrangularam, deram um tiro na cabeça com uma arma calibre 12 e ainda queimaram o corpo dela em via pública. Não pude reconhecê-la no Instituto Médico Legal (IML), porque estava irreconhecível e eu era menor”, revela.

A avó de Bárbara havia morrido, assim como cada um dos cinco filhos. Como eles não geraram criança alguma, após o assassinato da mãe, ela se viu completamente só, sem família ou parente algum, além da irmã.
 
 Sozinhas no meio-fio
Ela também lembra que um pouco antes da morte da mãe, Bárbara começou a traficar no lugar dela e, aos 14 anos, já andava armada. “Após o assassinato da minha mãe, eu fugi com a minha irmã (foto ao lado). Nessa época, estava morando com um traficante que era de outra facção. Após o enterro, me vi sentada com minha irmã, no meio-fio, sem termos para onde ir. Como somos filhas de pais diferentes, a levei para a casa dos avós paternos e fui viver a minha vida, mas prometi que um dia voltaria para buscá-la. Eu tinha muito ódio dentro de mim. Apesar de nunca ter matado ninguém, eu gostava de ver as pessoas morrendo. Eu não tinha mais sentimento algum por nenhum ser humano”, lembra. “Teve uma vez que presenciei uma jovem ser queimada viva. Um dos traficantes a mandou beber gasolina e colocou fogo nela. Lembro-me dos gritos de socorro e perdão da garota, mas no tráfico é assim, quem trai ou ‘dedura’, uma espécie de gíria deles, não tem perdão, a morte é certa e com requintes de crueldade”, diz.
 
 
Aliciada pela prostituição
Na época, a vida de Bárbara era movida pelo ódio. Com a vida destruída e sozinha, com 15 anos ela saiu de São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, para tentar uma nova vida na cidade carioca. “Vivia dias de tormento e noites infernais. Na comunidade há um monte de barracos para morar, mas não tem nenhum para estender a mão e ajudar alguém que precisa”, diz.

Com saudades da família, a vontade de Bárbara era encontrar a morte. Por diversas vezes ela relata ter tentado o suicídio, entretanto, por causa da promessa feita à irmã, acabava desistindo da ideia. Ao chegar à Copacabana, zona sul do Rio, ainda bem jovem, Bárbara foi aliciada para a prostituição, mas ao se deparar com as meninas mais experientes, recuou. “Elas me disseram que meu corpo não suportaria o ‘ritmo de trabalho’, pois teria que me deitar com muitos homens em um único dia e que, para isso, eu precisaria cheirar muita cocaína para aguentar. Apesar de ter crescido em um ambiente onde havia muitas drogas, eu nunca usei, pois tinha medo de me tornar uma viciada como a minha mãe. Eu não aceitei e saí correndo. A dona da casa me bateu e disse que eu não precisaria fazer programas, somente atender as ligações e lavar as roupas de todas as outras prostitutas”, conta. 

Água gelada? Não, água do vaso sanitário

“Após tanto sofrimento, eu fui evangelizada por um rapaz, que hoje já morreu. Ele havia se afastado da Igreja Universal do Reino de Deus, e me disse ‘vou te levar a um lugar que vai mudar a sua vida. A minha não mudou porque eu não quis, mas você precisa ter essa oportunidade’. Eu fui por consideração, pois não acreditava que algo ou alguém poderia transformar a minha vida. A única coisa que ele me pediu foi para abrir meu coração quando chegasse lá”, lembra.

“Conheci a IURD de Botafogo ainda com 15 anos. A libertação não foi fácil, mas eu perseverei porque sabia que ali era a minha última porta. Quando a cafetina descobriu, passou a me dar comida estragada, água do vaso sanitário, não me deixava tomar banho, para que na Igreja as pessoas sentissem o mau cheiro e não me aceitassem. Mas isso não aconteceu, pelo contrário, as obreiras me tratavam como filha”, conta.

Sem ter outro lugar para ir, algumas vezes dormia na casa da cafetina, onde era trancada ou passava a madrugada na praia de Botafogo a fim de conseguir participar das reuniões. “Na casa dela, se eu quisesse comer comida boa ou beber água gelada a condição era não ir para a IURD, mas eu perseverei, porque tinha a certeza de que era lá que a minha vida mudaria”, enfatiza.
 
 
 Perseverança
Determinada a ter a vida transformada, Bárbara buscou e alcançou a libertação, porém, o sentimento de mágoa persistia e não conseguia perdoar aqueles que lhe fizeram tanto mal. “Foi uma fase muito difícil, não havia outro caminho para mim. O carinho que eu recebia das obreiras era tão bom! Eu ia suja e ainda assim elas me abraçavam e diziam que sentiam a minha falta. Isso me fazia sentir importante. Batizei-me nas águas. Como eu ainda morava na rua, as outras pessoas achavam que eu não tinha mudado, mas muito já havia sido feito e foi quando eu consegui perdoar. Em seguida, fui batizada com o Espírito Santo e consegui amar todas as pessoas que fizeram mal a mim e a minha família”, diz.

Após a conversão, Bárbara cumpriu a promessa e foi buscar a irmã. “Só voltamos a nos ver quando ela voltou para me buscar. Ela cuidou de mim e hoje é uma grande mulher de Deus. A vida dela hoje é só vitória”, diz a irmã Cintia.
 
Vislumbrando uma nova mulher
O esposo de Bárbara, pastor Claudio Oliveira (foto ao lado), que na época era membro do Força Jovem, observava o comportamento da jovem e acompanhou o processo de libertação e conversão dela. “Muitas pessoas, quando souberam que me interessei por ela, me falavam para desistir porque ela só ia me atrapalhar. Nem mesmo as pessoas dentro da Igreja acreditavam que Deus poderia fazer o que fez na vida dela. Começamos a conversar, oramos e como ela ainda morava na rua, pedi para que ela fosse morar com a minha irmã”, revela.

Cerca de um ano depois, eles se casaram e hoje servem a Deus no altar. “Eu falo para esse rapaz, essa jovem, que há um caminho de vitória, há um Deus que pode tirá-lo dessa situação, desse barraco, dessa vida de sofrimento. Ele quer te dar a paz, que é o que eu tenho hoje”, assegura.

Para o bispo Edir Macedo, o testemunho de Bárbara comprova que Deus pode mudar a vida de qualquer pessoa, seja qual for a situação. “A IURD acredita naqueles que estão sofrendo, gemendo, urrando de dor. Então você que está perdido, saiba que o Deus de Abraão transformou a vida de Bárbara e pode fazer o mesmo na sua vida”, conclui.
 
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